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Desde de ontem profissionais e especialistas da área de segurança e saúde no trabalho visitam a 21ª Fisp – Feira Internacional de Segurança e Proteção, no São Paulo Expo, na capital paulista. O evento é organizado e promovido pela Cipa Fiera Milano em parceria com a Associação Brasileira dos Distribuidores e Importadores de Equipamentos e Produtos de Segurança e Proteção ao Trabalho (Abraseg), a Associação Nacional da Indústria de Material de Segurança e Proteção ao Trabalho (Animaseg) e o Sindicato da Indústria de Material de Segurança (Sindiseg).

O setor de EPI/EPC fatura ao ano 4,5 bilhões de reais. A expectativa de especialistas do setor é que este faturamento poderá duplicar em poucos anos. O mercado é formado por empresas brasileiras, multinacionais e importadores.

Além dos mais de 700 expositores presentes na edição deste ano, a feira oferece a oportunidade dos visitantes reciclarem seus conhecimentos em congressos, seminários e palestras avulsas que acontecem ao longo dos três dias de evento.

Os especialistas também afirmam que é preciso investir mais em educação/treinamento para melhorar a conscientização  do uso dos equipamentos de proteção, como também atitudes seguras. “Ter o EPI/EPC de excelente qualidade não é 100% de garantia que o trabalhador está seguro. É necessário que ele tenha assimilado bem a cultura prevencionista para evitar os acidentes e doenças ocupacionais”, destaca o diretor da RRQualifica, Roland Robert Colombari, que é professor da disciplina de Segurança em Máquinas e Equipamentos do curso de pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, do Senac.

Roland comenta que a constante participação dos colaboradores em treinamentos de capacitação ou reciclagem dos conhecimentos é um importante investimento para fortalecer a cultura prevencionista, resultando na diminuição dos custos operacionais e na preservação da vida humana.