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Comissão de Estudos da ABNT criará norma técnica para o mercado de Plataforma Elevatória

Em outubro, aconteceu a primeira reunião da Comissão de Estudo Plataformas de Acesso Aéreo, que é formada por representantes dos fabricantes dos equipamentos, usuários e neutros. O diretor técnico da RRQualifica, Roland Robert Colombari, integra esta comissão.

“A comissão é uma excelente oportunidade para reunir os profissionais que possuem bom conhecimento sobre a utilização de PTA no Brasil. Ela é o caminho para estabelecermos um padrão técnico adequado a nossa realidade, tendo as normas internacionais, que tratam do assunto, para guiar este trabalho”

Roland Robert Colombari


Mercado de plataforma aéreaNorma técnica para plataforma elevatória – entrevista

A RRQualifica conversou com o coordenador da comissão, Armando Fonseca, gerente pós-venda da Skyjack, sobre os objetivos deste trabalho:

Quais motivos levaram a ABNT a criar a Comissão de Estudos?
Armando Fonseca – Devido ao grande crescimento do mercado brasileiro de plataformas elevatórias nos últimos anos, tornou-se necessário a normatização de uso das plataformas elevatórias, o que foi feito pelo Ministério do Trabalho através da NR-18, anexo IV em 2007, porém ainda existem dúvidas de interpretação de normas aplicáveis e exigências mínimas de dispositivos de segurança por parte de usuários. Há uma grande preocupação por parte de fabricantes e usuários que os equipamentos utilizados (importados ou fabricados no Brasil) atendam a processos construtivos padronizados e possuam os dispositivos de segurança mínimos que garantam uma operação segura e confiável. Atingindo este objetivo, estaremos colaborando para o crescimento consistente de nosso segmento, dentro de rigorosos padrões de qualidade e segurança.

Qual será a tarefa desta comissão?
Armando Fonseca – A principal tarefa é criar uma norma brasileira alinhada com as principais normas internacionais, que nos forneça as diretrizes necessárias para padronizar as plataformas elevatórias, no que concerne à terminologia, projeto, requisitos, fabricação, instalação, manutenção e segurança, também com respeito a seu bom uso, correta manutenção e capacitação dos operadores.

Há um prazo definido para a conclusão dos trabalhos desta comissão?
Armando Fonseca – Não há um prazo definido, mas sim desejado, de finalizarmos o processo dentro de um período de 12 meses. Existem muitas variáveis que podem alterar este prazo para um período menor, como o bom andamento das traduções de normas internacionais, possíveis aumentos na frequência das reuniões da Comissão de Estudos; ou também para um período maior, como alto número de ausências dos participantes da comissão de estudos, o número de revisões após consulta pública, etc. Com certeza haverá muito empenho e dedicação de todos os envolvidos para que possamos juntos finalizar este trabalho e dar mais um importante passo para o desenvolvimento sustentável de nosso mercado.

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